17/02/2011

da saudade...

que é constante. Principalmente nos fins-de-semana que não estamos juntos. Principalmente nesta semana que nos trocou as voltas. Principalmente quando imaginamos passar umas horinhas um sem o outro. Principalmente sempre, porque até quando estamos juntos sentimos já saudades um do outro.

E quando as coisas não correm bem, quando surgem os problemas, as saudades chegam mesmo a doer. A doer muito... E com elas vem a vontade de largar tudo por um abraço, um afago da alma, um "vai correr tudo bem" ali, bem perto do nosso ouvido.

Depois, quando fica tudo bem, a saudade deixa de doer tanto, mas insiste e persiste.

É assim o amor.

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